domingo, 4 de outubro de 2009
quarta-feira, 26 de agosto de 2009
MEU SOL
Meu sol nunca nasceu quadrado.
Ele é sempre arredondado,
pois eu vivo de amor.
Minhas manhãs tem alvorada,
com o beijo de minha amada
para o dia começar.
Mesmo que eu esteja preso,
tem alguém a me esperar.
Se eu vivo de amor,
ninguém vai me condenar.
Quem ama não se condena,
ninguém nunca pagou pena
pelo crime do amor.
Meu amor gratuito,
do jeitinho que Deus criou.
sábado, 8 de agosto de 2009
A BALANÇA DE PESAR AMOR
A balança de pesar amor
ninguém pode fabricar,
pois o amor é tão grande
que não se pode pesar.
É sabido que o amor
é o céu, a terra e o mar,
mas só sabem dar valor
aqueles que sabem amar.
Quem ama, sorri, chora e canta,
voa tão longe e está tão perto,
maltrata para depois acariciar,
alegra-se e entristece,
atrai o coração de todos
e conquista o universo.
O amor não tem tamanho,
largura e profundidade.`
É a própria natureza
criada com imensidade,
pois vivemos pelo amor
e para o bem da humanidade.
segunda-feira, 3 de agosto de 2009
O BOM LIVRO
Ó bom livro, meu amigo fiel,
tu deverias ser de ouro
ao invés de papel.
Sempre me deste bons conselhos,
mas também me repreendeste.
Tudo que te pergunto,
sempre me respondeste.
Duas coisas Trato com carinho:
Meu Deus no céu,
E na terra meus livrinhos.
O que os livro me deram
Ninguém pode me tirar.
Por toda minha vida
Comigo vou guardar.
Agradeço aos meu amigos
que a ti me apresentaram,
Meus pais e professores.
Os livros nos escutam
sem nunca interromper-nos.
Eles têm uma eterna paciência,
nunca vão se aborrecer.
Só uma coisa eles não gostam:
É na gaveta permanecerem.
Eles acham que foram escritos
para serem lidos.
POR QUE TRISTEZA?
Por que tristeza, se ela não paga dívida?´
É final de linha, canoa furada, tiro
que saiu pela culatra, saudade esquecida,
perguntas sem respostas.
Tristeza, noites sem estrelas, semente que não germinou.
Mãe que não deu a luz,
filho que não nasceu.
Para que tristeza em seu coração,
se ela é amarga e não adoça?
Ida sem volta, questão sem razão,
amor não correspondido.
Tristeza, universo pequeno, doce de veneno,
mata sem sangrar, despede sem sair, sorri sem prazer.
Minha tristeza, incolor, de corpo abstrato,
melancólica como velório de alguém que
viveu sorrindo.
Não te dou guarida em meu peito.
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